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Juros altos pressionam crescimento econômico

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encerrou 2025 com sinais mais claros de desaceleração da atividade econômica, reforçando a leitura de que os juros elevados produziram efeitos mais intensos sobre os setores mais sensíveis ao ciclo econômico. Na avaliação do mercado, o resultado do quarto trimestre do ano passado veio dentro do esperado, mas com uma composição considerada qualitativamente mais fraca, especialmente do lado da demanda doméstica. O avanço de 0,1% na comparação trimestral e de 1,8% na base anual ficou alinhado às, mas revelou sinais de enfraquecimento relevantes. A principal surpresa negativa foi o recuo de 0,7% da indústria, além da estagnação do consumo das famílias, que não respondeu ao mercado de trabalho ainda aquecido. O resultado sugere um impacto maior dos efeitos adversos da política monetária sobre os setores mais sensíveis ao ciclo econômico. Por outro lado, a agropecuária ajudou a evitar um desempenho pior ao crescer 0,5% no período, sustentada por safras e produção de proteínas em níveis recordes. Do lado da demanda, o principal destaque positivo ficou com as exportações, que cresceram 3,7% mesmo diante de tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, além do avanço de 1% no consumo da administração pública. Em contraste, os investimentos das empresas recuaram 3,5%, enquanto o consumo das famílias permaneceu estável. Mesmo com o início esperado do ciclo de cortes da Selic, a avaliação é, que os juros ainda permanecerão em patamar elevado e continuarão limitando o ritmo da atividade. Ainda assim, fatores como estímulos fiscais e mercado de trabalho aquecido devem evitar uma desaceleração mais intensa. A esperança é o crescimento de 1,7% do PIB em 2026 e também em 2027. Fonte: https://www.moneytimes.com.br/

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  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encerrou 2025 com sinais mais claros de desaceleração da atividade econômica, reforçando a leitura de que os juros elevados produziram efeitos mais intensos sobre os setores mais sensíveis ao ciclo econômico. Na avaliação do mercado, o resultado do quarto trimestre do ano passado veio dentro do esperado, mas com uma composição considerada qualitativamente mais fraca, especialmente do lado da demanda doméstica. O avanço de 0,1% na comparação trimestral e de 1,8% na base anual ficou alinhado às, mas revelou sinais de enfraquecimento relevantes. A principal surpresa negativa foi o recuo de 0,7% da indústria, além da estagnação do consumo das famílias, que não respondeu ao mercado de trabalho ainda aquecido. O resultado sugere um impacto maior dos efeitos adversos da política monetária sobre os setores mais sensíveis ao ciclo econômico. Por outro lado, a agropecuária ajudou a evitar um desempenho pior ao crescer 0,5% no período, sustentada por safras e produção de proteínas em níveis recordes. Do lado da demanda, o principal destaque positivo ficou com as exportações, que cresceram 3,7% mesmo diante de tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, além do avanço de 1% no consumo da administração pública. Em contraste, os investimentos das empresas recuaram 3,5%, enquanto o consumo das famílias permaneceu estável. Mesmo com o início esperado do ciclo de cortes da Selic, a avaliação é, que os juros ainda permanecerão em patamar elevado e continuarão limitando o ritmo da atividade. Ainda assim, fatores como estímulos fiscais e mercado de trabalho aquecido devem evitar uma desaceleração mais intensa. A esperança é o crescimento de 1,7% do PIB em 2026 e também em 2027. Fonte: https://www.moneytimes.com.br/

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