Notícias



Reforma Tributária chega ao caixa.

A Reforma Tributária deixou de ser apenas tema de planejamento para chegar à operação do varejo. No supermercado, a mudança já alcança sistemas, cadastros e, na prática, a frente de caixa. Para emitir corretamente a NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) com IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços), não basta atualizar o software: é necessário garantir que as informações tributárias estejam corretas desde o cadastro do produto até a geração do documento fiscal. Os supermercados, especialmente os enquadrados no Regime Normal (CRT=3), precisam ter PDV, ERP e emissor fiscal atualizados de acordo com a Nota Técnica 2025.002-RTC, além dos cadastros devidamente parametrizados. A obrigatoriedade de destaque dos novos campos existe desde 1º de janeiro de 2026, com alíquotas-teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS. Já a rejeição automática, em produção, pela ausência do grupo IBS/CBS para empresas do Regime Normal vigora desde 3 de agosto de 2026. Sem isso, a partir de 3 de agosto de 2026 (Regime Normal) a SEFAZ rejeita a nota, impactando diretamente o caixa do supermercado. Entre as várias etapas de adequação, o cadastro de produtos aparece como um dos principais pontos de atenção. O supermercado precisa garantir que informações como NCM, CST-IBS/CBS e cClassTrib estejam corretas e coerentes com o enquadramento de cada item. Uma inconsistência pode resultar em rejeição, tributação incorreta ou perda de benefícios. O desafio ganha dimensão no varejo alimentar, que trabalha com milhares de SKUs. Por isso, a recomendação é evitar uma revisão exclusivamente manual e adotar uma estratégia de priorização. A orientação é começar pelos itens de maior volume, especialmente das categorias de cesta básica, higiene e hortifrúti, utilizando agrupamento por NCM, alterações em lote e validação por amostragem. A recomendação é tratar a adequação como um projeto interno de integridade de dados, e não simplesmente como uma atualização fornecida pela empresa de tecnologia. No fim, a preparação para o primeiro e para os próximos cupons com IBS e CBS passa menos por uma única mudança de sistema e mais pela capacidade do supermercado de garantir que a informação tributária correta acompanhe cada produto até o momento da venda. A orientação é não esperar que o problema apareça na frente de caixa para descobrir que o cadastro ainda não estava pronto. Fonte: https://www.supervarejo.com.br

 acecam.acecam@gmail.com

  Telefone: (21)2649-3033

  Whatsapp: (21)97229-2877

  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

Desenvolvido por Marlon Alves

Notícias



Reforma Tributária chega ao caixa.

A Reforma Tributária deixou de ser apenas tema de planejamento para chegar à operação do varejo. No supermercado, a mudança já alcança sistemas, cadastros e, na prática, a frente de caixa. Para emitir corretamente a NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) com IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços), não basta atualizar o software: é necessário garantir que as informações tributárias estejam corretas desde o cadastro do produto até a geração do documento fiscal. Os supermercados, especialmente os enquadrados no Regime Normal (CRT=3), precisam ter PDV, ERP e emissor fiscal atualizados de acordo com a Nota Técnica 2025.002-RTC, além dos cadastros devidamente parametrizados. A obrigatoriedade de destaque dos novos campos existe desde 1º de janeiro de 2026, com alíquotas-teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS. Já a rejeição automática, em produção, pela ausência do grupo IBS/CBS para empresas do Regime Normal vigora desde 3 de agosto de 2026. Sem isso, a partir de 3 de agosto de 2026 (Regime Normal) a SEFAZ rejeita a nota, impactando diretamente o caixa do supermercado. Entre as várias etapas de adequação, o cadastro de produtos aparece como um dos principais pontos de atenção. O supermercado precisa garantir que informações como NCM, CST-IBS/CBS e cClassTrib estejam corretas e coerentes com o enquadramento de cada item. Uma inconsistência pode resultar em rejeição, tributação incorreta ou perda de benefícios. O desafio ganha dimensão no varejo alimentar, que trabalha com milhares de SKUs. Por isso, a recomendação é evitar uma revisão exclusivamente manual e adotar uma estratégia de priorização. A orientação é começar pelos itens de maior volume, especialmente das categorias de cesta básica, higiene e hortifrúti, utilizando agrupamento por NCM, alterações em lote e validação por amostragem. A recomendação é tratar a adequação como um projeto interno de integridade de dados, e não simplesmente como uma atualização fornecida pela empresa de tecnologia. No fim, a preparação para o primeiro e para os próximos cupons com IBS e CBS passa menos por uma única mudança de sistema e mais pela capacidade do supermercado de garantir que a informação tributária correta acompanhe cada produto até o momento da venda. A orientação é não esperar que o problema apareça na frente de caixa para descobrir que o cadastro ainda não estava pronto. Fonte: https://www.supervarejo.com.br

 acecam.acecam@gmail.com

  Telefone: (21)2649-3033

  Whatsapp: (21)97229-2877

  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

Desenvolvido por Marlon Alves