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PROJEÇÕES ECONÔMICAS PARA 2027

A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva deve levar o mercado financeiro a rever as projeções para a economia brasileira em 2027. A falta de medidas para equilibrar as contas públicas pode elevar os juros de longo prazo, pressionar o dólar e encarecer o crédito para empresas e consumidores. Segundo projeções feitas por economistas e executivos do setor financeiro, a taxa básica de juros, a Selic, poderá terminar o próximo ano entre 12,25% e 13%, acima dos 11,75% previstos no Boletim Focus anterior à eleição. Já o crescimento do PIB poderá ficar entre 1% e 1,2%. A preocupação está relacionada ao tamanho da dívida pública e à dificuldade de equilibrar receitas e despesas. A Instituição Fiscal Independente (IFI) estima que a dívida bruta do governo chegue a 86,4% do PIB, com déficit primário de 0,7% do PIB. O maior risco para 2027 é a Selic cair sem que os juros de longo prazo acompanhem o movimento. Na prática, isso significa que o Banco Central poderia reduzir a taxa básica de juros, mas os bancos continuariam cobrando juros elevados nos financiamentos de prazo mais longo, caso os investidores ainda desconfiassem da capacidade do governo de controlar a dívida. Além das reações imediatas à eleição, a situação das contas públicas permanece entre os principais pontos de atenção para os investidores. Os benefícios e programas criados, ampliados ou mantidos durante o mandato de Lula aumentaram as despesas do governo e deixaram desafios para 2027 e os anos seguintes. Sabemos que a situação fiscal é central para a percepção de risco de um país e para a trajetória de sua moeda. Por isso, a condução das contas públicas será um dos pontos mais importantes a observar daqui para frente. A composição do Congresso Nacional também deve pesar na relação entre o Executivo e o Legislativo. Com uma presença expressiva de parlamentares alinhados à direita, a Câmara dos Deputados e o Senado podem impor dificuldades à aprovação de medidas defendidas por Lula durante a campanha ou previstas para os próximos quatro anos. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

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  Whatsapp: (21)97229-2877

  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

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A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva deve levar o mercado financeiro a rever as projeções para a economia brasileira em 2027. A falta de medidas para equilibrar as contas públicas pode elevar os juros de longo prazo, pressionar o dólar e encarecer o crédito para empresas e consumidores. Segundo projeções feitas por economistas e executivos do setor financeiro, a taxa básica de juros, a Selic, poderá terminar o próximo ano entre 12,25% e 13%, acima dos 11,75% previstos no Boletim Focus anterior à eleição. Já o crescimento do PIB poderá ficar entre 1% e 1,2%. A preocupação está relacionada ao tamanho da dívida pública e à dificuldade de equilibrar receitas e despesas. A Instituição Fiscal Independente (IFI) estima que a dívida bruta do governo chegue a 86,4% do PIB, com déficit primário de 0,7% do PIB. O maior risco para 2027 é a Selic cair sem que os juros de longo prazo acompanhem o movimento. Na prática, isso significa que o Banco Central poderia reduzir a taxa básica de juros, mas os bancos continuariam cobrando juros elevados nos financiamentos de prazo mais longo, caso os investidores ainda desconfiassem da capacidade do governo de controlar a dívida. Além das reações imediatas à eleição, a situação das contas públicas permanece entre os principais pontos de atenção para os investidores. Os benefícios e programas criados, ampliados ou mantidos durante o mandato de Lula aumentaram as despesas do governo e deixaram desafios para 2027 e os anos seguintes. Sabemos que a situação fiscal é central para a percepção de risco de um país e para a trajetória de sua moeda. Por isso, a condução das contas públicas será um dos pontos mais importantes a observar daqui para frente. A composição do Congresso Nacional também deve pesar na relação entre o Executivo e o Legislativo. Com uma presença expressiva de parlamentares alinhados à direita, a Câmara dos Deputados e o Senado podem impor dificuldades à aprovação de medidas defendidas por Lula durante a campanha ou previstas para os próximos quatro anos. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

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