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Área Contábil.
Teremos o prazer em estar dirimindo dúvidas nas áreas contábeis, prospectando aos associados, uma gama de informações para melhor desenvolvimento das atividades empresariais. A ACECAM disponibiliza o primeiro atendimento contábil aos associados, visando dirimir as possíveis dúvidas nas diversas áreas, tais como: tributos, relatórios contábeis, balanços, etc...

Apoio Jurídico.
Visa auxiliar o empresário como primeiro contato jurídico, dirimindo dúvidas nas diversas áreas: cível, consumidor, tributário, trabalhista, entre outros. A proposta do primeiro atendimento jurídico, visa nivelar junto ao associado, as informações pertinentes as dúvidas que venham a ocorrer nas mais variadas áreas do direito, ou seja: cível, consumidor, tributária, trabalhista, entre outras.

Valores diferenciados.
A ACECAM está firmando uma salutar parceria com a UNIMED Serrana RJ, visando proporcionar aos associados, tabela de valores diferenciados nos planos de saúde empresarial. A parceria da ACECAM com a Unimed Serrana RJ leva até a classe empresarial, vários tipos de planos de saúde, dando opções para que você possa escolher aquele que melhor atende as suas necessidades. Agora a sua família vai poder estar protegida pela maior Cooperativa de Assistência médica do país. A UNIMED oferece planos com coberturas e preços diferenciados, possibilitando flexibilização e adequação dos planos de acordo com a sua necessidade. Possui a maior rede credenciada de hospitais, clínicas, laboratórios e serviços para diagnósticos e terapias.

É só ligar e agendar.
Associado ACECAM tem a oportunidade de adquirir ou renovar seu CERTIFICADO DIGITAL com descontos. Agende seu atendimento, a certificação digital proporciona praticidade, segurança, privacidade nas informações e muito mais... De forma resumida, o certificado digital é a identidade virtual de empresas e pessoas. Por ser uma tecnologia que utiliza criptografia de dados, o certificado digital é a alternativa segura para assinar documentos que possuem válida jurídica e fiscal. Com ele você pode emitir notas fiscais, enviar Declarações de Imposto de Renda à Receita Federal, coletar assinatura de contratos com clientes e fazer a emissão do RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) digital. Por isso, o certificado digital é a desburocratização de tarefas que antes eram realizadas presencialmente, já que dispensa a autenticação da assinatura de próprio punho.

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Panorama do Comércio pós Carnaval.
Os números consolidados de 2025 confirmam o que os indicadores já vinham antecipando ao longo do ano: o comércio brasileiro desacelerou. Dados divulgados pelo IBGE mostram que o varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, cresceu apenas 0,1% no ano passado, depois de avançar 3,7% em 2024. No varejo restrito, o crescimento foi de 1,6%, também abaixo do ritmo observado no ano anterior. O desempenho reflete um ambiente marcado por juros elevados, menor confiança do consumidor e avanço da inadimplência das famílias. Ainda assim, o setor mantém relevância estrutural na economia, tanto em geração de empregos quanto em participação no PIB. A desaceleração não ocorreu de forma abrupta. Ao longo de 2025, os dados mensais já indicavam perda de ritmo, especialmente nas atividades mais dependentes de financiamento. O ciclo de alta da taxa Selic encareceu o crédito e reduziu o ímpeto de consumo de bens de maior valor. Nos últimos dez anos, o comércio enfrentou dois períodos críticos: a recessão de 2015-2016 e a pandemia iniciada em 2020. Em quatro ocasiões houve retração nas vendas do varejo ampliado, sendo 2016 o momento mais desafiador. O saldo das operações de crédito continuou avançando ao longo de 2025. Contudo, o aumento do comprometimento da renda das famílias impõe restrições à expansão desse mercado. O limite não está apenas na oferta, mas principalmente na capacidade de pagamento. A eventual queda dos juros representa um ponto de inflexão importante para o comércio. A redução do custo do crédito tende a estimular financiamentos e aliviar o orçamento das famílias, criando condições para retomada mais consistente do varejo ampliado ao longo de 2026. Mesmo diante das oscilações conjunturais, o setor mostrou capacidade de adaptação. O comércio segue como um dos principais motores de geração de emprego e renda no país, preservando sua importância estratégica na economia brasileira. Fonte: https://site.cndl.org.br

COMÉRCIO SE PREPARA PARA O CARNAVAL
À medida que o Carnaval de 2026 se aproxima, o comércio se prepara para um aquecimento nas vendas impulsionado pela maior festa do Brasil. O setor aponta para uma alta de até 5% no faturamento, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A maior demanda deve vir de produtos típicos do período festivo, como adereços, fantasias, tecidos leves, bermudas, camisetas e itens da chamada linha praia, além de sandálias, chinelos e tênis, produtos amplamente procurados por foliões e turistas. A projeção indica um gasto médio por consumidor em torno de R$ 160, com métodos de pagamento diversificados, incluindo cartão de crédito, débito, Pix e crediário. O impacto do Carnaval vai muito além das lojas de fantasias, a festa desempenha “um papel estratégico no fortalecimento da economia”, influenciando positivamente setores como serviços, turismo, alimentação, transporte e hospedagem. Para profissionais do setor – incluindo taxistas, fornecedores e prestadores de serviços – o momento pode representar não apenas um incremento de faturamento, mas também uma chance de estreitar relacionamento com turistas e moradores, explorando ofertas que vão desde deslocamento e mobilidade até experiências culturais e gastronômicas. Fonte: https://taxinforme.com.br

Experiência não é espetáculo; é um sistema de decisão — e a IA faz parte disso
Existe um erro conceitual recorrente no marketing, de tratar experiência como linguagem e tecnologia como ferramenta. Como se experiência fosse apenas estética, narrativa ou emoção visível, enquanto a tecnologia entrasse depois, como meio de execução. A NRF 2026 deixou claro que essa separação já não se sustenta. O que está em jogo já não é mais como capturar a atenção do consumidor, mas como ajudá-lo a decidir em um ambiente de excesso estrutural, de oferta, de informação, de canais e de estímulos. Nesse contexto, a experiência deixou de ser um diferencial competitivo. Ela passou a operar como infraestrutura cognitiva. Tratar experiência dessa forma significa assumir que o papel da marca não é apenas encantar, mas organizar decisões. Em um mercado saturado, a boa experiência não é a que gera impacto, mas a que reduz dúvida, esforço e arrependimento. Essa mudança marca uma transição importante. Estamos deixando de operar apenas na lógica da economia da atenção e avançando, de forma definitiva, para a economia da experiência. Durante anos, a economia da atenção operou sob uma lógica simples: quem captura mais estímulos vence. O marketing foi treinado para disputar cliques, impactos e segundos de foco. O problema é que esse modelo colapsou sob o próprio peso. O consumidor não está desatento; ele está sobrecarregado. A economia da experiência nasce justamente dessa saturação. Ela não se organiza em torno de impacto, mas da qualidade de vivência, da clareza de jornada e da redução de esforço cognitivo. Não se trata de chamar atenção, e sim de sustentar presença ao longo do tempo. Nesse novo modelo, experiências que adicionam ruído perdem valor. Já aquelas que organizam, orientam e facilitam passam a ser percebidas como serviço. Conceitos como choice overload e decision fatigue, antes restritos à psicologia comportamental, hoje explicam fenômenos centrais do varejo. Queda de conversão, abandono de jornada, arrependimento pós-compra e baixa lealdade não são falhas de comunicação; são sintomas de excesso de decisão. A leitura mais sofisticada da NRF não está nos palcos mais barulhentos, mas nas entrelinhas. Ganham força conceitos como decision support, frictionless journey e clarity over excitement. A experiência deixa de ser palco e passa a ser arquitetura de escolhas. Grande parte das discussões sobre Inteligência Artificial ainda permanece na superfície: interfaces conversacionais, personalização visível, automação de contato. O movimento mais relevante acontece longe do olhar do consumidor. A IA que importa no marketing e no varejo é a que organiza decisões, não a que explica apenas produtos. Nesse cenário, tecnologia deixa de ser ferramenta de comunicação e passa a integrar o próprio sistema de experiência e negócio. O marketing de experiência do próximo ciclo não será lembrado pelos eventos mais impactantes ou pelas ativações mais comentadas. Ele será reconhecido pela capacidade de organizar o consumo, reduzir fricção e sustentar decisões coerentes ao longo do tempo. Na economia da experiência, marcas que assumem a curadoria da decisão ocupam o lugar de autoridade. Não por falar mais alto, mas por pensar melhor. O próximo agora do marketing e do varejo não está em criar mais experiências. Está em construir sistemas de decisão melhores. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br

MULHERES EMPREENDEDORAS MOSTRARAM SEU VALOR
Na sexta-feira, 28 de Novembro, foi realizada a Feira ‘’Elas Empreendem’’, uma ação da Secretaria de Assistência Social com o apoio da Associação Comercial e do CMEC, o evento contou com uma rica programação, totalmente dedicada ao fortalecimento do empreendedorismo feminino no município. O dia começou com a abertura oficial da feira, e às 9h, uma palestra no auditório da SEMAS com Bianca Motta, consultora do Sebrae, abordando o tema “Como utilizar a IA no seu negócio.” trazendo estratégias práticas para inovação e crescimento das empreendedoras. A programação cultural seguiu com a leitura dramatizada do conto ‘’A Moça Tecelã’’, interpretado pela atriz Cristiane Martins, encantando o público com arte e reflexão. Durante à tarde, várias apresentações de dança trouxeram movimento e emoção ao evento, com destaque para: Projeto Bê Arts Music Dance (Papucaia) – tema: A Força da Maternidade, com performance de mãe e filha. Homenagem ao Julinho Roll – coreografia sobre a força da mulher negra. Apresentação da Superintendência – tema: Elas Empreendem, celebrando a potência da mulher empreendedora. As coreografias foram conduzidas pela professora Bernadeth da Matta. A programação musical ficou por conta do grupo Mistura Perfeita (Joana, Marcello e Marcinho), encerrando à tarde com muita música e interação com o público presente. A feira foi finalizada às 20h, após um dia inteiro de exposições, vendas, cultura, integração e fortalecimento das mulheres que empreendem no município. Fonte: ACECAM Notícias.
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 acecam.acecam@gmail.com

  Telefone: (21)2649-3033

  Whatsapp: (21)97229-2877

  Cachoeiras de Macacu-RJ CEP: 28680000

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Os números consolidados de 2025 confirmam o que os indicadores já vinham antecipando ao longo do ano: o comércio brasileiro desacelerou. Dados divulgados pelo IBGE mostram que o varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, cresceu apenas 0,1% no ano passado, depois de avançar 3,7% em 2024. No varejo restrito, o crescimento foi de 1,6%, também abaixo do ritmo observado no ano anterior. O desempenho reflete um ambiente marcado por juros elevados, menor confiança do consumidor e avanço da inadimplência das famílias. Ainda assim, o setor mantém relevância estrutural na economia, tanto em geração de empregos quanto em participação no PIB. A desaceleração não ocorreu de forma abrupta. Ao longo de 2025, os dados mensais já indicavam perda de ritmo, especialmente nas atividades mais dependentes de financiamento. O ciclo de alta da taxa Selic encareceu o crédito e reduziu o ímpeto de consumo de bens de maior valor. Nos últimos dez anos, o comércio enfrentou dois períodos críticos: a recessão de 2015-2016 e a pandemia iniciada em 2020. Em quatro ocasiões houve retração nas vendas do varejo ampliado, sendo 2016 o momento mais desafiador. O saldo das operações de crédito continuou avançando ao longo de 2025. Contudo, o aumento do comprometimento da renda das famílias impõe restrições à expansão desse mercado. O limite não está apenas na oferta, mas principalmente na capacidade de pagamento. A eventual queda dos juros representa um ponto de inflexão importante para o comércio. A redução do custo do crédito tende a estimular financiamentos e aliviar o orçamento das famílias, criando condições para retomada mais consistente do varejo ampliado ao longo de 2026. Mesmo diante das oscilações conjunturais, o setor mostrou capacidade de adaptação. O comércio segue como um dos principais motores de geração de emprego e renda no país, preservando sua importância estratégica na economia brasileira. Fonte: https://site.cndl.org.br
COMÉRCIO SE PREPARA PARA O CARNAVAL
À medida que o Carnaval de 2026 se aproxima, o comércio se prepara para um aquecimento nas vendas impulsionado pela maior festa do Brasil. O setor aponta para uma alta de até 5% no faturamento, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A maior demanda deve vir de produtos típicos do período festivo, como adereços, fantasias, tecidos leves, bermudas, camisetas e itens da chamada linha praia, além de sandálias, chinelos e tênis, produtos amplamente procurados por foliões e turistas. A projeção indica um gasto médio por consumidor em torno de R$ 160, com métodos de pagamento diversificados, incluindo cartão de crédito, débito, Pix e crediário. O impacto do Carnaval vai muito além das lojas de fantasias, a festa desempenha “um papel estratégico no fortalecimento da economia”, influenciando positivamente setores como serviços, turismo, alimentação, transporte e hospedagem. Para profissionais do setor – incluindo taxistas, fornecedores e prestadores de serviços – o momento pode representar não apenas um incremento de faturamento, mas também uma chance de estreitar relacionamento com turistas e moradores, explorando ofertas que vão desde deslocamento e mobilidade até experiências culturais e gastronômicas. Fonte: https://taxinforme.com.br
Experiência não é espetáculo; é um sistema de decisão — e a IA faz parte disso
Existe um erro conceitual recorrente no marketing, de tratar experiência como linguagem e tecnologia como ferramenta. Como se experiência fosse apenas estética, narrativa ou emoção visível, enquanto a tecnologia entrasse depois, como meio de execução. A NRF 2026 deixou claro que essa separação já não se sustenta. O que está em jogo já não é mais como capturar a atenção do consumidor, mas como ajudá-lo a decidir em um ambiente de excesso estrutural, de oferta, de informação, de canais e de estímulos. Nesse contexto, a experiência deixou de ser um diferencial competitivo. Ela passou a operar como infraestrutura cognitiva. Tratar experiência dessa forma significa assumir que o papel da marca não é apenas encantar, mas organizar decisões. Em um mercado saturado, a boa experiência não é a que gera impacto, mas a que reduz dúvida, esforço e arrependimento. Essa mudança marca uma transição importante. Estamos deixando de operar apenas na lógica da economia da atenção e avançando, de forma definitiva, para a economia da experiência. Durante anos, a economia da atenção operou sob uma lógica simples: quem captura mais estímulos vence. O marketing foi treinado para disputar cliques, impactos e segundos de foco. O problema é que esse modelo colapsou sob o próprio peso. O consumidor não está desatento; ele está sobrecarregado. A economia da experiência nasce justamente dessa saturação. Ela não se organiza em torno de impacto, mas da qualidade de vivência, da clareza de jornada e da redução de esforço cognitivo. Não se trata de chamar atenção, e sim de sustentar presença ao longo do tempo. Nesse novo modelo, experiências que adicionam ruído perdem valor. Já aquelas que organizam, orientam e facilitam passam a ser percebidas como serviço. Conceitos como choice overload e decision fatigue, antes restritos à psicologia comportamental, hoje explicam fenômenos centrais do varejo. Queda de conversão, abandono de jornada, arrependimento pós-compra e baixa lealdade não são falhas de comunicação; são sintomas de excesso de decisão. A leitura mais sofisticada da NRF não está nos palcos mais barulhentos, mas nas entrelinhas. Ganham força conceitos como decision support, frictionless journey e clarity over excitement. A experiência deixa de ser palco e passa a ser arquitetura de escolhas. Grande parte das discussões sobre Inteligência Artificial ainda permanece na superfície: interfaces conversacionais, personalização visível, automação de contato. O movimento mais relevante acontece longe do olhar do consumidor. A IA que importa no marketing e no varejo é a que organiza decisões, não a que explica apenas produtos. Nesse cenário, tecnologia deixa de ser ferramenta de comunicação e passa a integrar o próprio sistema de experiência e negócio. O marketing de experiência do próximo ciclo não será lembrado pelos eventos mais impactantes ou pelas ativações mais comentadas. Ele será reconhecido pela capacidade de organizar o consumo, reduzir fricção e sustentar decisões coerentes ao longo do tempo. Na economia da experiência, marcas que assumem a curadoria da decisão ocupam o lugar de autoridade. Não por falar mais alto, mas por pensar melhor. O próximo agora do marketing e do varejo não está em criar mais experiências. Está em construir sistemas de decisão melhores. Fonte: https://mercadoeconsumo.com.br
MULHERES EMPREENDEDORAS MOSTRARAM SEU VALOR
Na sexta-feira, 28 de Novembro, foi realizada a Feira ‘’Elas Empreendem’’, uma ação da Secretaria de Assistência Social com o apoio da Associação Comercial e do CMEC, o evento contou com uma rica programação, totalmente dedicada ao fortalecimento do empreendedorismo feminino no município. O dia começou com a abertura oficial da feira, e às 9h, uma palestra no auditório da SEMAS com Bianca Motta, consultora do Sebrae, abordando o tema “Como utilizar a IA no seu negócio.” trazendo estratégias práticas para inovação e crescimento das empreendedoras. A programação cultural seguiu com a leitura dramatizada do conto ‘’A Moça Tecelã’’, interpretado pela atriz Cristiane Martins, encantando o público com arte e reflexão. Durante à tarde, várias apresentações de dança trouxeram movimento e emoção ao evento, com destaque para: Projeto Bê Arts Music Dance (Papucaia) – tema: A Força da Maternidade, com performance de mãe e filha. Homenagem ao Julinho Roll – coreografia sobre a força da mulher negra. Apresentação da Superintendência – tema: Elas Empreendem, celebrando a potência da mulher empreendedora. As coreografias foram conduzidas pela professora Bernadeth da Matta. A programação musical ficou por conta do grupo Mistura Perfeita (Joana, Marcello e Marcinho), encerrando à tarde com muita música e interação com o público presente. A feira foi finalizada às 20h, após um dia inteiro de exposições, vendas, cultura, integração e fortalecimento das mulheres que empreendem no município. Fonte: ACECAM Notícias.
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